O sol que entrava pela janela foi embora, empurrado por nuvens furiosas que tomaram seu lugar, deixando o azul cinza e transformado a janela numa queda d'água furiosa. Tudo em volta ganhou gotas de cor neon que faziam refletir a luz artificial da tv, nesse meio tempo a música agitada do quarto vizinho se transformou em notas suaves de um piano desafinado. A cama de lençol branco parecia me convidar para dançar entre as pregas de um dia amarrotado.
Sentei-me no sofá para observar a água que entrava pela janela e que aos poucos cobria os móveis de água, eu não me impotava só queria descansar e esquecer os motivos que me faziam estar em constante devaneio, eu sabia do amanhã.
Sentei-me no sofá para observar a água que entrava pela janela e que aos poucos cobria os móveis de água, eu não me impotava só queria descansar e esquecer os motivos que me faziam estar em constante devaneio, eu sabia do amanhã.
você escreve magnificamente bia, me lembra, eu!
ResponderExcluirbeijo.